O Poder da Autenticidade

Há algum tempo escrevi um artigo sobre um livro que li e que recomendo: “As cartas do monge que vendeu o seu Ferrari”. Este livro fala de 9 talismãs que usados em conjunto nos podem proporcionar uma vida plena. Estes talismãs não são mais que atitudes que podemos tomar no nosso dia-a-dia e que nos podem permitir viver com mais serenidade e aproveitar tudo o que a vida nos tem para oferecer, em vez de passarmos pela vida a correr.

Hoje vou falar do 1º talismã: O Poder da Autenticidade (este talismã é representado pelo Sol e pela Lua juntos, acredito que o Sol representa o nosso eu exterior e a Lua o nosso eu interior)

Sejamos autênticos. Vivamos de forma autêntica. Vivamos de forma verdadeira e honesta para connosco. Basicamente esta é a mensagem deste talismã. No entanto, sabemos bem que sermos autênticos nem sempre é fácil. Por vezes é complicado sermos verdadeiros até para connosco  quanto mais para com os que nos rodeiam. A sociedade impõe-nos regras, limites, procura convencer-nos de que seguir os valores que ela apregoa é melhor que seguir os nossos próprios valores, que os nossos sonhos têm de estar de acordo com os padrões da sociedade em que vivemos, que somos todos livres mas com limitações. E muitas vezes damos por nós a não sermos autênticos, a não sermos verdadeiros para connosco porque nos seguimos por regras que não são as nossas, por sonhos que não são os nossos mas sim o que esperam de nós. Por padrões e valores que nos impuseram.

Tentemos nos libertar desses padrões definidos, vamos procurar dentro de nós o nosso verdadeiro “eu”, os nossos sonhos mais originais, as nossas esperanças, forças e fraquezas que fazem com que nós sejamos quem somos. Sejamos autênticos nas decisões que tomamos, nos passos que damos, temos que entender onde estivemos e para onde nos dirigimos. Assumamos o compromisso de vivermos uma vida verdadeira, honesta e autêntica para connosco e apenas para connosco.

O 1º passo para que os outros conheçam o nosso verdadeiro “eu”, é nós próprios nos conhecer-mos e assumirmos quem somos. Para sermos autênticos e verdadeiros com os outros, primeiro temos que o ser para connosco. Isto não é uma tarefa fácil pois nem sempre gostamos de tudo o que encontramos na nossa demanda pelo nosso “eu” interior. Mas fazer essa demanda e procurar aceitar o bom e o mau que encontraremos na busca, é meio caminho andado para vivermos uma vida autêntica, verdadeira e honesta aos nossos próprios valores.

Da próxima vez que tomar uma decisão, que tomar uma atitude perante algo, pare e pense: “Estou a ser autêntica? É isto que eu quero, é isto que eu sou? Ou estou a guiar-me pelos padrões e valores que me impuseram, que os outros esperam de mim?”

Siga o seu coração e seja verdadeira para consigo.

Até breve,

Andrea Christie

 

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