O caminho certo

Não tenho muitas paixões na vida. Há coisas que gosto e outras que não gosto mas paixões mesmo daquelas de dizer: “Eu adoro isto!”, não tenho muitas. Mas tenho uma que me acompanha desde dos meus 8 anos de idade, altura em que fui apresentada ao maravilhoso mundo dos livros. Li o meu primeiro livro com essa idade, “O Jardim Misterioso” e desde aí nunca mais me conheci sem andar com um livro a um palmo do nariz!

Hoje como meu 1º artigo venho falar-vos do último livro que li: “As cartas do monge que vendeu o seu Ferrari”. Quinze anos depois de ter escrito o best-seller internacional “O monge que vendeu o seu Ferrari” , Robin Sharma apresenta-nos agora mais uma história. Confesso que não li o primeiro, mas posso dizer que este me surpreendeu pela positiva.

O livro conta-nos a história de Jonathan (primo do suposto monge que vendeu o Ferrari – ainda há quem tenha dinheiro para um Ferrari!?) que embarca numa viagem por vários locais do mundo para recolher nove talismãs e as respectivas cartas que contêm sabedoria para uma vida vivida em pleno. No início do livro, conhecemos um Jonathan que infelizmente nos pode lembrar alguém que conhecemos ou até nós próprios. Completamente absorvido no trabalho, num cargo que não gosta mas conseguido pela ambição de subir na empresa, com um casamento cheio de problemas, sobretudo devido à falta de tempo de Jonathan para a mulher e para o filho de 6 anos. Um Jonathan cheio de promessas que não cumpre tal como muitos de nós: “vou levar o meu filho ao jogo de futebol”, “vou tirar um fim de semana para namorar”, “vou ter mais tempo para mim e simplesmente relaxar”. Ao invés disto enfiamos a cara no computador e colamos o telemóvel ao ouvido. Chegamos a casa tão stressados do trabalho que não temos paciência para os filhos. Esquecemos- nos dos carinhos para com o companheiro. Não temos tempo para o exercício físico. Fazemos planos de viagens que não passam de panfletos de locais a visitar afixados num painel sem terem uso algum. E geralmente, no início de cada ano (já que estamos a começar 2013) fazemos uma lista de objectivos e resoluções que em Março já não estamos a cumprir.

O tempo passa. E rápido. Muito rápido. Há alturas em que temos que parar, respirar bem fundo e analisar aquilo que temos, o que fazemos, o que vivemos. Estamos no caminho certo? Porque se não estamos há que procurar outro caminho, aquele que nos faça chegar ao fim da vida e olhar para trás e dizer: adorei viver!

E vocês? Sentem-se no caminho certo?

Nos próximos artigos irei falar individualmente sobre cada um dos talismãs e da sabedoria que ele pode partilhar connosco.

Até breve,

Andrea Christie

Se quiserem partilhar o meu dia-a-dia podem me encontrar na página do Facebook da minha loja: www.facebook.com/SHEROCKSBARCELOS

 

 

 

 

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2 Responses to “O caminho certo”

  1. Ana Cristina diz:

    Tenho que ler este livro, parece mesmo o meu género! Fico a aguardar os próximos artigos sobre o livro!

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