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A dificil ARTE de ser MULHER

Ser mulher não é difícil. É uma arte. E como todas as artes precisamos ter jeito paa ela. Há quem não tenha jeito para ser mulher. Há quem goste imenso de ser mulher mas não tenha jeito para o ser. Há quem pense assim. Mas, ser mulher está nos na alma, na pele, no ar que respiramos. Mas por vezes isso não é suficiente para nos sentirmos uma delas. Uma mulher tem gosto em vestir-se de forma elegante, sexy. Uma mulher tem gosto em maquilhar-se, cuidar da pele do rosto, das mãos, do corpo. Uma mulher tem fama de ter o sexto sentido e ser uma super mulher. Mas bolas que isto é muito difícil ser mulher!!! Porque esperam que sejamos isso tudo e ainda mães, esposas, amigas e profissionais? E afinal não somos super mulheres? Como podemos ser super mulheres se por vezes nem simples mulheres nos sentimos? Se às vezes mais parecemos um farrapo ou a gata borralheira do seculo XXI? Com a vida que levamos entre casa, trabalho, filhos, marido, amigos, temos de arranjar um tempo para nós. Se é possível? TEM de ser possível. Nós somos mulheres! Podemos não ter muito jeito para o ser e mesmo isso. Será que não temos jeito? Ou será a vida que levamos que nos faz não termos tempo para nos dedicarmos a essa arte? Ser mulher dá trabalho. Se dá! Mas é o que somos e conseguimos ser, melhor ou pior. Não somos se calhar as mulheres que gostaríamos de ser, sempre giras, elegantes e bem dispostas. As vezes somos umas mulheres de olheiras, vestidas de gata borralheira mas ainda assim, temos de ter orgulho no que somos. Levantarmo-nos de manhã, resmungarmos o que for preciso, lavarmos a cara, mascararmo-nos um pouco sim, colocarmos um perfume e um sorriso na cara mesmo que amarelecido pela noite mal dormida. Se acreditarmos no poder que temos de sermos mulheres, nós vamos conseguir sê-lo. Brilhantemente! Ser mulher exige um esforço mental todos os dias. Eu consigo. Eu consigo. Eu consigo ser: EU!

O caminho certo

Não tenho muitas paixões na vida. Há coisas que gosto e outras que não gosto mas paixões mesmo daquelas de dizer: “Eu adoro isto!”, não tenho muitas. Mas tenho uma que me acompanha desde dos meus 8 anos de idade, altura em que fui apresentada ao maravilhoso mundo dos livros. Li o meu primeiro livro com essa idade, “O Jardim Misterioso” e desde aí nunca mais me conheci sem andar com um livro a um palmo do nariz!

Hoje como meu 1º artigo venho falar-vos do último livro que li: “As cartas do monge que vendeu o seu Ferrari”. Quinze anos depois de ter escrito o best-seller internacional “O monge que vendeu o seu Ferrari” , Robin Sharma apresenta-nos agora mais uma história. Confesso que não li o primeiro, mas posso dizer que este me surpreendeu pela positiva.

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Eu, as Festas e as Tradições

Bacalhau da Consoada

Dou graças a Deus por terem acabado as Festas, ahhhh pois dou!
Sim, ainda falta o dia de Reis, eu sei, mas esses para nós não contam muito, então o Gaspar é para esquecer, só mesmo os Espanhóis para cumprirem essa tradição.
Vivo a época do Natal e Ano Novo com um misto de emoções, acho que já escrevi sobre isso, mas todos os anos é a mesma coisa. Tanto trabalho, tanta azáfama é muita coisa para uma só mulher! E ainda que o homem seja um querido, compre um bom bacalhau e arranje umas couves biológicas, há tanta coisa para se fazer que uma pessoa passa os dias atulhada na cozinha e de volta da lida da casa.
A única solução para este problema era ter aqui a minha querida irmã, como era bom dividirmos as tarefas e fazermos companhia uma à outra, rirmo-nos das próprias palermices enquanto descascamos batatas e tomamos um bom vinho, ou um Martini, que não somos raparigas esquisitas.
Foi mais um Natal que passou sem reunirmos toda a família e eu, vou fazendo os possíveis para manter as tradições, porque, em parte, devo isso à minha própria família, aos meus filhos e afins, mas também porque tenho receio de perder o pouco fio da meada que a minha família me deixou de herança.
Mas os 36 anos já me trouxeram outras coisas (leia-se juízo) além de cabelos brancos e rugas, por isso este ano decidi não entrar em loucuras, não fazer mil uma coisa! Decididamente não vale a pena comer até cair pró lado, o importante é estarmos juntos e estarmos bem, ainda que isto não seja perfeito, é o melhor que eu consigo fazer.
Posto isto decidi-me pelos básicos e já não é pouco, acho eu

Por agora deixo a receita do Bacalhau e das batatas a murro durante a semana vou partilhando as restantes:

Preparação:
  • Descasque 1 kg de batatas primor e escalde-as cerca de 5 minutos numa panela de água fervente. Escorra e dê um murro para as esborrachar.
  • Num tabuleiro disponha as cebolas cortadas às rodelas grossas, as folhas de louro e os alhos laminados, disponha as 4 postas de bacalhau disponha as batatas à volta e regue generosamente com azeite. Leve ao forno pré aquecido a 170ºC cerca de 20/30 minutos até assar e ficar ligeiramente corado.
  • Coza as couves em água a ferver com sal e uma pitada de bicabornato de sódio, escorra bem e tempere com um fio de azeite e vinagre.

Bom Apetite!

fonte:  www.coisaminhasedacozinha.blogspot.com

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