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Como esquecer um homem em 10 dicas!

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Minhas queridas amigas…

Lembram-se daquele filme: “Como perder um homem em 10 dias?”, Pois este artigo não é para meninas que despacharam o seu homem mas aquelas que infelizmente levaram com um: “Para mim não dá mais!”

Acho que todas nós podemos pôr a mão no ar ou ao peito e jurar que nunca houve um homem na nossa vida que tenha terminado uma relação connosco sem que depois lhe tivéssemos tecido uma lista de injúrias, que vão desde: “que infantil”, “mas que grande egoísta”, “parece que para ele estava tudo na boa!”

Na realidade eles até podiam terminar connosco com um ramo de flores numa mão e uma caixa de chocolates na outra que a dor e a raiva seriam na mesma proporção de um chega para lá daqueles em que ele simplesmente desaparece do mapa! Nunca tiveram um desses? Que deixa de atender o telefone? Que de repente tema  agenda tão preenchida que nós não cabemos nela?

Terminar uma relação é terrível! Acreditem eu sei, já andei naquele processo da superação emocional várias vezes na minha vida, a lutar contra a teoria de que o temo cura tudo… mas que é dose.. É!!!!

Então hoje vim falar aos corações que estão partidos, porque sou uma admiradora secreta de meninas que choram por um amor perdido, porque eu já aprendi tanto coma vida com esses pontapés indesejados.

 

10 Dicas para esquecer um homem:

1- Chorar as pedras da calçada:

Chore… chore muito e alugue os ombros que puder para chorar. É preciso exorcizar a tristeza e a raiva. Para isso é preciso chorar, a noite toda, os dias seguintes, e aprender a encarar o mundo com os olhos inchados e um ar de quem lhe passou um autocarro por cima e que fez marcha atras e passou de novo. Chore, grite, refile, chame nomes, diga tudo o que sente… Mas não se faça de forte quando o coração está fraco. Com o tempo vamos ganhando novamente estrutura para ficarmos firmes.

2- Limpeza de memórias:

Nada de ficar só com uma fotografia, ou com aquele anel maravilhoso que ele lhe ofereceu. Entre no seu quarto ou na sua casa com um saco na mão e faça a maior limpeza da sua vida. Ganhe coragem e livre-se de tudo o que lhe possa recordar o seu ex. Substitua as fotografias em conjunto por retratos com os amigos ou família. Escolha fotografias de situação que a fizeram feliz. A roupa que ele lhe deu? Ou arruma para voltar a vestir quando o esqueceu, ou dá para uma instituição de caridade. Só não a use como objeto para se enfiar na cama a chorar.

3- Bye bye phone!!!

Um dos problemas de quem é deixado de lado numa relação é que da sempre vontade de ligar a refilar e a injuriar, ou então de enviar SMS a dizer o quanto ainda o ama e o quanto esta infeliz com aquela esperança só sua que um dia voltem. Tenha orgulho em si, não queira de volta quem não a deseja mais. Se ele estiver confuso, dê-lhe espaço e descole. Apague todos os contactos dele, ouviu bem.. Todos!!! Não deixe um para quando não aguentar a ressaca. Se o apagar da sua lista, quando tiver vontade de o contactar não terá como e pode sempre ligar a sua melhor amiga.

4- Não se arme em detetive.

Uma das coisas que vem com o facto de alguém já não querer estar connosco, é essa pessoa já não nos desejar na sua vida. Isso significa que vai ter que aprender a lidar com o facto de que ele já não lhe deve prestar justificações de nada. Agora vivem vidas separadas e você tem que compreender que só deverá viver a sua. Não pergunte a amigos em comum se ele tem outra, quando ouvir falar dele, saía de cena, mude de espaço. Continuar a inspecionar a vida dele só a vai magoar ainda mais. Eu sei que esta parte é muito difícil, mas há que ser forte e firme, porque afinal ” o crime não compensa!”.

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Porque te apaixonaste por mim?

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– Há mulheres lindas – disse ela.

– Pois há, mas nunca conheci nenhuma tão bela como tu.

Margarida estava deitada nos braços dele e na penumbra do quarto era o castanho dos seus olhos que cintilava. Um feixe de luz branda acolhia e reconfortava o suor dos corpos em repouso no calor da cama. Sentia-se um perfume a jasmim que pairava no ar e um outro adocicado que emanava da pele dela.

– Gostava que me respondesses a uma questão – pediu ela no meio de um beijo terno.

– Diz meu amor.

– Porque te apaixonaste por mim?

Rafael sorriu e fitou-a intensamente.

– Porque vi em ti o que ainda não tinha visto em mais ninguém.

– O quê por exemplo?

– O que brilha por dentro da carne. A tua alma, a tua doçura. A ternura do teu olhar, a bondade que tens nas mãos quando ajudas sem olhar ao rosto, a delicadeza com que afirmas, muitas vezes, o teu ponto de vista… Enfim, um mar de coisas que demoraria o resto da noite a enumerar.

– Mas, e o corpo? Essa parte física que implica à partida a primeira opinião. O rosto perfeito, os lábios carnudos, os olhos azuis, as ancas sensuais, as pernas esbeltas e altas, o ventre liso… Como um protótipo de perfeição. Isso não te incomoda? É que eu não tenho nada disso. Sou baixa, com pernas tortas e rechonchudas, tenho bochechas e lábios finos, o rabo descaído e a barriga… Bom, a barriga sabes como é, tens aí a mão.

Ele calou-a com um beijo voraz.

– Margarida ouve com atenção: a sociedade de hoje é cheia de protótipos de perfeição, não só para os corpos, mas para tudo. Quando se ama alguém, como eu te amo a ti, ama-se no íntimo dos sentimentos. Os olhos de quem ama, normalmente não vêm o estado físico, leem a alma. Por isso, ainda há pouco te disse: há mulheres lindas mas eu ainda não vi nenhuma como tu. A tesão é uma coisa do corpo, o amor é coisa do coração, compreendes?

– Sim, eu compreendo e sei disso. Queria só saber se… bom, se me desejas?

Ele encarou-a e semicerrou o olho.

– Que pergunta mais disparatada é essa?

– Não é um disparate, é uma pergunta simples.

– Então, em vez de te responder deixa-me mostrar-te – afirmou num tom matreiro.

Riram-se os dois, antes de revolverem de novo os lençóis da cama e se entregarem às teias de um sentimento que vai muito além da carne.

Quando perdemos a capacidade de ver o melhor do outro, de o ler sem corpo, perdemos a visão do mundo.

Autora: Carla Pais

http://decarlapais.wordpress.com/

Princípio. Relação. Fim.

E agora? O que fazer quando termina uma relação? O que fazer com os tempos perdidos no tempo? O que fazer com o lado vazio da cama e com duas almofadas onde agora habita apenas um? O que fazer com o silêncio que se instala e com a falta de alguém a comentar o que dizemos, fazemos, pensamos? O que fazer com os planos um dia tomados a dois? Serão exequíveis no plano individual? O que fazer com as memórias perdidas, mas sempre lembradas quando menos queremos? Como fazer para retomar uma vida, a engrenar novamente, mas sem a mão na mão de alguém?

Falam em luto da relação, as típicas cinco fases: negação, raiva, negociação, depressão e aceitação. Mas será alguém assim tão linear? É possível passar de forma tão sequencial pelas várias fases e sair, na ponta contrária do processo, milagrosamente feita uma nova mulher? Por experiência pessoal, devo dizer que, em mim, estas fases aconteceram de forma simultânea, alternada, ausente, de trás para a frente e da frente para trás, só que tudo ao mesmo tempo. E o mesmo é dizer que, como mulher complexa que sou (como somos todas) a lógica psicológica das coisas não funciona comigo. Primeiro estão sempre os sentimentos e só, muito lá atrás, corre a razão.

Queria esquecer, queria lembrar, queria tentar, quase que queria implorar por um amor que já não existia mais. E se esse alguém desistiu de mim, do amor, desta vida projectada e construída a dois, porque quereria eu que o tempo voltasse atrás? Para fazer mudanças? Para tentar evitar o inevitável? Para lutar por alguém que já não lhe interessava lutar? Para perder mais tempo e gastar mais amor, dedicação e amizade com alguém a quem eu claramente não valia o esforço? Mas como digo, durante muito tempo, os sentimentos falam, gritam mais alto que toda a razão e lógica.

E depois percebi. Ele é só um. Um em milhões de possibilidades. É apenas um. E um no passado. A vida está cheia de possibilidades, probabilidades, identidades. E ele foi só um. E eu estou pronta para abrir os braços, respirar bem fundo os ares da mudança e gostar de mim, em primeiro lugar.

Porque gostarmos de nós próprias pode parecer fácil e óbvio e inevitável. Mas será sempre possível e inalterável? Ou muda consoante o nosso estado de espírito, consoante a companhia que temos ao nosso lado (ou a falta dela), consoante os sorrisos ou gritos de raiva que a vida nos proporciona? E, às vezes, pode ser difícil nos lembrarmos que temos que gostar de nós. Mas tal passo de aceitação pessoal, de auto-amor, é algo que tem que ser trabalhado no dia a dia. Um pensamento auto-elogiativo, sorrisos mais verdadeiros e menos forçados, beleza interior que transborda exteriormente dão, a cada uma de nós, uma felicidade que é apelativa aos outros. E gostarmos de nós é meio caminho andado para que outros também o sintam.

E, à medida que o processo de auto-amor vai sendo instalado, os tempos perdidos no tempo passam a ser tempos aproveitados para atingir objectivos que até aí pareciam secundários, para executar projectos que sempre ficaram na prateleira, para meditar, para exercitar, para estarmos bem, mesmo estando sozinhas. E o lado vazio da cama, deixa de ser o outro lado, para ser parte integrante de um só lado, só que muito maior. E o silêncio torna-se espaço para o pensamento. E as opiniões alheias serão assim tão importantes? Que tal pensarmos por nós, decidirmos por nós? E os planos a dois desaparecem e começam a ser planos a um, aos quais se juntam amigos, família e se transformam em muito mais do que alguma vez imaginámos. E um dia percebemos que as memórias que surgem são apenas memórias, não são facadas, não acontecem para ficarmos tristes ou magoadas. As memórias são lembranças, são degraus da vida e ensinamentos para o futuro. E, quando conseguirmos caminhar e decidir e viver, sem dar a mão a alguém, um sentimento imenso de liberdade atinge-nos qual relâmpago da vida e, nesse momento, sabemos que somos capazes, que somos independentes, que somos mais fortes. E depois, é deixar a vida rolar.

Fim da Relação

 

Fonte da imagem: siteoficial.net

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