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O que é o Coaching?

 

Acha que a sua vida está a ir na direção que projetou?
Tem sonhos que ficam apenas nas ideias?
Quer mudar mas não sabe por onde começar?
Para transformar o ponto onde está precisa querer mudar. Está disposto a fazer a diferença? Se sim, o Coaching pode ser a ferramenta de que necessita.

O que é o Coaching?
“O Coaching é uma profissão recente, que reúne os melhores conceitos do mundo profissional, da psicologia, da filosofia, do desporto e da espiritualidade. Existem mais de 30.000 Coach’s, em todo o mundo, a trabalhar com pessoas a nível individual e com empresas, conduzindo as pessoas à mudança e incremento da performance.” Definição da European Coaching Association (ECA).

O Coaching consiste num processo de orientação e aprendizagem, com foco no presente e no futuro, onde o Coach através de um processo de perguntas e dinâmicas leva o Cliente a uma reflexão profunda sobre os temas, ajudando o Cliente a aclarar as ideias, a encontrar estratégias, a definir objetivos desenvolvendo um plano de ação estabelecendo prioridades, rumo ao sucesso pessoal e/ou profissional.
Através do processo de Coaching o Cliente toma consciência das suas capacidades e competências, aprofunda o seu autoconhecimento, incrementa o seu rendimento e melhora os seus relacionamentos e a sua qualidade de vida.

A quem se destina?
Para quem quer investir no seu desenvolvimento pessoal e/ou profissional e potenciar as suas capacidades e competências.
Se está disposto a sair da sua zona de conforto e procurar equilíbrio e harmonia em todas as áreas da sua vida.
Se pretende agir e obter resultados mais rápidos na concretização dos seus objetivos.

Quem é o Coach?
Um profissional que prima pela ética e confidencialidade, com capacidade de ouvir, que apoia o autoconhecimento, a descoberta e a identificação das fraquezas e capacidades, potencializando as competências, acompanhando a aprendizagem, a busca da excelência e a mudança, sem fazer juízos ou criticas e sem dar conselhos.

Informação sobre a Coach Licínia Leitão:
• Coach Certificada pela ISPC International School of Professional Coaching
• Associada da APC Associação Portuguesa de Coaching
• Formação em PNL Programação Neuro Linguística
• Licenciada em Marketing

Todas as pessoas deveriam ter um Coach.

Autora: Coach Licínia

Contacto: coachlicinia@gmail.com

Blog: http://coaching-equilibrioeharmonia.blogspot.com

Facebook: http://www.facebook.com/#!/pages/Coaching-Equilibrio-e-Harmonia/179917052091464

 

Coaching

FUI VIVER A MINHA VIDA!: volto já!

ja-volto

Minhas queridas amigas…quebro aqui o silêncio. Estive fora daqui, estive fora das letras e das palavras mas regresso mais Marjô do que nunca! Se bem que ainda não tive um aumento, ainda nao perdi estes maldosos 5 kg ( que como diz o anúncio não são meus), mas estou a aprender a andar de bicicleta, ora toma!

Estive ausente, mas certa que seguiram os meus conselhos, que são felizes agora e que a vida é dedicada ao que vale a pena e não àqueles lixos tóxicos que teimam em poluir a nossa cabecinha! Certo? Então, tristeza não faz parte das tendencias primavera-verão, e não vamos criar uma nova moda agora!

Que tal? Resultados? A vida vai cor-de-rosa ou tem arco-íris matinal?

Ou a chuva que se faz sentir (que tédio!) também se faz sentir na alma e no coração? Espero bem que não!

Chorar é bom, pelo menos para mim, mas faz rugas e deixa-nos com um ar péssimo no dia seguinte. E se for inverno, é muito mau andar de óculos escuros a fingir que está tudo bem! Além disso ainda temos que ouvir a famosa piada: “-está cá um sol aqui dentro!”.

Chorar faz bem, acalma, limpa um pouco a tristeza que corre nas veias, mas não é resposta para tudo.

No meu percurso de vida, e olhem que pouco mais de 30 anos já da para ver algumas coisas, continuo a ver pessoas tristes que sentem que a vida não lhes traz nada daquilo que desejam.

Eu sempre achei que sabia perfeitamente aquilo que queria da vida até mo perguntarem. Engasguei-me… Parecia uma miúda a tentar responder ao que quer ser quando for grande.

Já parou para pensar naquilo que realmente quer da vida? Aquilo que lhe da alegria? Aquilo que faria de si aquilo que realmente é? Há alturas que temos que ir ser aquilo que somos.

Desafio?

É um desafio não é?!

Assumir aquilo que queremos, é também  uma responsabilizarmo-nos por isso:

Agora que  já sei o que quero, então tenho que o fazer!”

Tema de hoje: viver a nossa vida!

Então para aquelas que já compraram o caderno lindo que eu sugeri, façam a lista daquilo que realmente querem da vida. Mas a sério! Ser feliz, magra, e encontrar o home dos nossos sonhos, todas nós queremos, por isso nada de coisas generalistas, ser objetiva é que garante bons resultados. Escrevam o que querem, quando e como.

Depois pensem naquilo que vos impede. Ui tanta coisa não é? Falta de tempo, os filhos, falta de dinheiro, ui nunca mais acaba! Mais vale desistir, porque vai dar mais trabalho que ganho! NUNCA! NUNCA! NUNCA!

Que tal arranjar uma alternativa? Antes ser alternativa que derrotista não? Quem é que vai viver a sua vida por si? Os seus filhos? Não! Os sonhos deles podem não ser os seus e mesmo que sejam, cada um vive à sua maneira.

Eu gosto de ser alternativa. Garante-me a capacidade de analisar a mesma questão de vários ângulos e arranjar soluções que melhor se adaptem á minha realidade.

Agora que já definiu o que quer, os obstáculos a contornar só falta mesmo por as mãos à obra!

Acredite em si! As coisas boas não acontecem só aos americanos e aos famosos! Coisas boas acontecem a toda a gente, porque somos todos importantes. Todos temos o mesmo direito a ser felizes! Que bom não é! Olhem que demorei tempo a aceitar esta realidade, não a compreende-la, a aceitá-la!

Então agora repitam comigo:

“Eu… (dizer o vosso nome) juro que nos próximos sete dias vou definir o que quero realmente para a minha vida. Vou definir como o pretendo fazer e qual o prazo para o conseguir!” – sempre menos de um mês por favor, batota não!

Pronto, como jurou agora não pode mais voltar atrás!

Seja feliz! Por si, por mim, por todos!

 

Eu sei que há acontecimentos na vida que não nos permitem sentir assim felizes, otimistas e acordar com um grande uau! E que parece ainda  que as minhas palavras mostram um mundo onde tudo é sempre fácil. Mas não é. Mas temos que começar por algum lado e não fazer sempre birra com a vida.

Ser positivas, dizer eu quero, eu consigo, eu luto, eu venço!  E deixar também que o tempo cure, sempre pressas, deixando que as transformações sejam naturais.

 Que tal partilharem alguns dos vossos objetivos e como pretendem alcançá-los? Pimba! Mais um desafio!  :)

Beijos meus

Marjô Rouge (muito alternativa).

VIDA

VIDA
Gosto de falar sobre a vida. Já tanta gente fala sobre psicologia/pedagogia, que me parece mais interessante falar convosco sobre a vida. Perdoem-me se sinto que falo directamente com cada um de vocês que tem a amabilidade de me ler, mas é assim, nesta relação que estabeleço com os leitores imaginários, que encontro inspiração para escrever mais estas breves linhas sobre a Vida.
É a minha vida, mas é também a vossa vida e a a vida de cada um de nós. Claro que a minha formação contribui e muito para me ajudar nesta introspecção que faço durante esta minha passagem por este mundo. Mas, acreditem, apesar de toda a formação que se possa ter, nada importa mais do que aquilo que se aprende vivendo. Só, ou numa relação com os outros, que passa pelo vizinho do lado, pelo senhor do café, por alguém que se senta perto de nós num transporte público, ou espera connosco numa fila imensa de uma qualquer repartição pública, e que parece não ter fim…
As relações que se estabelecem uns com os outros, são deveras importantes na construção da nossa identidade e do nosso ser. Há pessoas que passam por esta vida sem que nunca se tenham verdadeiramente relacionado com alguém. Por opção, por escolhas que se fazem, por caminhos que ficam por percorrer, por se desistir ou nunca se tentar ir mais além, mas também por variadíssimas razões que só ao próprio importa conhecer. O que é certo, é que todos nós precisamos, pelo menos uma vez na vida, de nos relacionarmos com alguém.
Os afectos, são o que mais importa assimilar ao longo do tempo. Os vínculos que se estabelecem e perduram no decorrer da nossa existência são tudo aquilo que fica e marca a nossa posição durante a vida. Quando se cresce sem uma base sólida, sem um processo vinculativo suficientemente forte que seja capaz de nos suportar quando dele necessitarmos, o mundo irá desmoronar-se ao mínimo solavanco que a vida nos der. E se esta nos prega partidas…. e de que maneira. Por mais difícil que possa ser o levantar depois da queda, acreditem que há sempre uma alternativa, uma solução para cada problema. Por vezes somos nós que estamos tão inundados de pensamentos negativos, e em arranjar desculpas para não os resolvermos, que não nos sentimos ser capazes de ver as soluções mais simples que nos circundam, e que nos podem “salvar”. Todo o ser humano tem mais força dentro de si, do que aquela que imagina. O passo seguinte é não esmorecer, não desanimar, mesmo perante o que parece ser irresolúvel.
No 1º ano do meu curso, uma amiga ofereceu-me um livro fantástico que nunca pensei que me acompanhasse até hoje. Regresso muitas vezes a ele à procura de respostas. Folheio as páginas ao acaso e, quase sempre, leio algumas palavras que me chamam a atenção. Não poderia deixar de vos dizer o seu nome pois penso que vos poderá ajudar igualmente. Não é um livro de auto-ajuda, é um livro que fala sobre a vida, sobre ligações, que nos compara ao ser animal, que nos remete para o nosso interior e para a nossa existência. É um autor soberbo, Boris Cyrulnik, e o livro dele de que vos falo chama-se “Sob o Signo dos Afectos”.
Se a vida nos permitir encontrarmo-nos outras vezes, falar-lhes-ei de outro autor igualmente interessante e fascinante… se existir uma outra vez. Até lá sorriam, sejam amáveis, abracem-se, enfim, relacionem-se, liguem-se uns aos outros. Vivam a Vida, com afectos!

Vida

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