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Como ser mãe.. mudou a minha vida..

Dia 03 Dezembro de 2010..

Tudo se alterou.. Quando vi aquelas duas corzinhas, no sagrado teste, que ainda hoje o guardo..  Sinceramente, só quem passa por esta transformação é que entende o sentimento que paira em nós, desde aquele dia… até, certamente, à eternidade!!

Nunca dei importância ao meu visual.. à maquilhagem.. à minha apresentação.

Agora, sou muito mais cuidada.. só quero que o meu príncipe tenha orgulho em mim.. a todos os níveis..

Cada vez dou mais importância a postura..

Está difícil.. foram muitos anos a cuidar do interior.. a aprender a dar valor ao que de bom tem a vida.. a sempre menosprezar o exterior. Que importa o exterior, se nós formos bondosas.. se nós formos honestas com o próximo.. se nós formos lutadoras.. se nós tivermos os melhores princípios com os quais nos devemos reger..

Que importa o Exterior?

Não.. infelizmente, não é verdade o que sempre acreditei.. A verdade é que o exterior é a porta que nos abre (ou não), para podermos ser alguém, para podermos ser ouvidas, para podermos mostrar o que realmente somos e queremos ser…

E esta constatação comecei a sentir… desde o tal dia.. o dia 03 Dezembro 2010..

Desde aí.. que a minha prioridade é total e completa ao meu príncipe e maridão..

E… imaginar o meu filhote a olhar para mim.. sem ter aquele orgulho de ter uma mãe cuidada.. uma mãe com postura.. uma mãe que é respeitada por todos.. não.. não consigo!!!!!

Enfim.. hoje fico-me por este desabafo..

(Capítulo I deste meu amor eterno aos meus mais que tudo.. filhão e maridão)

Fonte da imagem: evanybastos.blogspot.com

Sou feliz e não sabia!

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Minhas queridas amigas hoje escrevo para  todas aquelas que são  ou estão insatisfeitas por natureza. De certa forma escrevo de mim para mim, pois é um estado de espirito que meia volta tenho e não tenho, mas penso que escrevo também para a grande maioria das mulheres. Não costumam por vezes ter aquela sensação de parece que nada nos serve, e não falo de gordurinhas, falo de factos e coisas da vida que parece que se vieram encaixar na vida errada.

Durante muito tempo fui lutando contra aquela ideia de que não tinha tudo aquilo com que sempre sonhei. Que  a minha vida não caminhava para onde eu queria ir, e parecia que tudo tinha ficado de pernas para o ar. Descobri claro como grande parte das pessoas, que o caminho é feito por nós, por isso o certo e errado é o resultado das nossas decisões. Ah, é complicado não é quando começamos a perceber a nossa responsabilidade. Ninguém gosta de assumir: Fui eu! Mas isso é tão preciso nestas coisas de ser feliz.

E que fiz eu? Bom fiz aquilo que muita gente faz, se já não achava piada aos meus 365 dias, passei a achar muito menos. Resultado, muitas dores de cabeça, muita frustração e pouca capacidade de dar valor a tudo o que tinha e claro apostar fortemente na desistência.

Viver assim tornou-se um inferno, um pesadelo, uma coisinha muito má. Eu parecia uma menina pequenina a quem tinham roubado todos os sonhos de quando fosse grande. Então eu decidi dar um basta nisso tudo, tornar-me gente grande, encarar o  boi pelos cornos e fazer-me à vida.

Tema de hoje: CAIR NA REAL E SER FELIZ!

Eu nunca tive grande paciência para aquela malta que se queixa por tudo e por nada. Não tenho e nunca vou ter! Culpar os outros por se ser cobarde para mim não vale! Chega a uma altura que temos que compreender que somos as mentoras da nossa felicidade? Ou não somos? Somos sim. Os homens também ajudam  (se forem giros como o PITT ajudam imenso), as amigas e os filhos e os trapinhos lindos da moda, mas o cerne somos nós!

Por isso hoje lanço um desafio. Peguem numa agenda bem bonitinha. Escrevam tudo aquilo de que gostam em vocês e na vossa vida (ah pois é, afinal é mais do que pensavam!). E depois escrevam todos os planos que querem cumprir (mas coloquem data e obriguem-se a cumpri-los) e vão descobrir que afinal não era assim tão difícil!

Deixem-se de desculpas que vos impeça de viver. Ninguém vive a nossa vida por nós (eu hoje estou tão séria não estou?! A minha melhor amiga lá diria que baixou a Guru que há em mim)  Mas só quero ver sorrisos nessas caras e acima de tudo ajudar a ligar o motor da felicidade!

Partilhem aqui comigo os vossos medos, os vossos desejos, é sempre bom ter alguém que nos puxe as orelhas e nos diga: “vai à tua vida!” Mas no bom sentido claro!!!!

Sugestão de amiga: vão aos saldos antes que terminem!!!! Consegui umas botas com um desconto enormeeeeeeee e estou tão feliz!!!!!

Beijos carnavalescos

miss marjô rouge ( a amiga inquieta)

O caminho certo

Não tenho muitas paixões na vida. Há coisas que gosto e outras que não gosto mas paixões mesmo daquelas de dizer: “Eu adoro isto!”, não tenho muitas. Mas tenho uma que me acompanha desde dos meus 8 anos de idade, altura em que fui apresentada ao maravilhoso mundo dos livros. Li o meu primeiro livro com essa idade, “O Jardim Misterioso” e desde aí nunca mais me conheci sem andar com um livro a um palmo do nariz!

Hoje como meu 1º artigo venho falar-vos do último livro que li: “As cartas do monge que vendeu o seu Ferrari”. Quinze anos depois de ter escrito o best-seller internacional “O monge que vendeu o seu Ferrari” , Robin Sharma apresenta-nos agora mais uma história. Confesso que não li o primeiro, mas posso dizer que este me surpreendeu pela positiva.

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